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Óleo Essencial de Alecrim QUINARÍ Extraído por CO2 Supercrítico 10 mL

Óleo Essencial de Alecrim QUINARÍ Extraído por CO2 Supercrítico 10 mL

R$88,70

Na aromaterapia, o óleo essencial de alecrim QUINARÍ é considerado um óleo refrescante, fortificante e revitalizante. Ótimo como estimulante mental, tônico capilar e contra o cansaço.
extração de óleos essenciais por CO2 supercrítico é uma técnica moderna, cara e ainda pouco difundida no Brasil capaz de extrair das plantas produtos de altíssima qualidade, semelhantes a fração total dos compostos naturalmente encontrados nos próprios vegetais.

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Nome do Produto: Óleo Essencial de Alecrim QUINARÍ Extraído por CO2 Supercrítico
Nome em Inglês: Rosemary essential oil
Nome Científico: Rosmarinus officinalis
Número de Registro na ANVISA: 25351.179866/2017-39
Código de Barras: 789845269 429 7
Origem: bandfranca
Método de extração: CO2 Supercrítico
Descrição: Líquido quase transparente, amarelado, de odor fresco
Aromaterapia: É considerado um óleo refrescante, fortificante e revitalizante. Ótimo como estimulante mental, tônico capilar e contra o cansaço.
Principais componentes: Eucaliptol (1.8-cineol)
100% Puro Não Testado em Animais

 

Óleo Essencial de Alecrim

O óleo essencial de alecrim exala um forte e agradável aroma canforáceo. Na aromaterapia, age como antimicrobiano, descongestionante e estimulante da memória, combatendo o cansaço mental. Na Grécia antiga, inclusive, os estudantes entrelaçavam os cabelos com alecrim quando estudavam para os exames. De fato, não existe comprovação científica sobre os possíveis efeitos positivos desse costume grego, entretanto não há como negar: eles acreditavam no poder estimulante da planta e, de uma forma ou de outra, tal “costume” até hoje persiste, agora, com seu óleo. É considerado um tônico capilar, o qual é capaz de prevenir a queda de cabelos e a caspa. Tais propriedades tornaram-se evidentes quando pesquisadores confirmaram a ação vasodilatadora do 1,8-cineol, que é um de seus constituintes. Neste caso, o 1,8-cineol age bloqueando os canais de cálcio (impedindo, assim, o influxo deste íon), razão pela qual este óleo contribui significativamente para a melhora da vascularização local, o que se traduz numa melhora da qualidade dos fios – ajudando no controle da queda. Já no caso da caspa (dermatite seborreica), o óleo ajuda por conta de sua propriedade adstringente, atuando, assim, no controle da oleosidade (exercendo o efeito de limpeza). Dado o exposto, muitas pessoas utilizam este óleo pingando algumas gotas no xampu ou, então, a partir de formulações caseiras com o óleo vegetal de abacate, que é ótimo. Na impossibilidade de utilização do óleo essencial, em virtude, talvez, de um histórico alérgico, a dica é substituí-lo pelo seu hidrolato. Ao contrário do óleo, o hidrolato de alecrim pode ser aplicado diretamente sobre os cabelos, o qual previne a caspa e dá brilho aos fios. No entanto, cabelos secos não devem ser tratados com este óleo. Ele é indicado, sobretudo, para cabelos fracos (queda) e/ou com caspa.

Óleo Essencial de Alecrim e a Pressão Arterial

Na aromaterapia, há uma polêmica envolvendo o óleo essencial de alecrim que, mesmo com o passar dos anos, ainda perdura. Afinal, este óleo é hipertensor (que aumenta a pressão arterial) ou hipotensor (que diminui a pressão arterial)? Para responder a esta pergunta, é necessário iniciarmos citando que o alecrim, em países como o Marrocos, onde a planta cresce naturalmente, a cultura etnobotânica indica o seu chá como sendo um hipotensor. Isto está correto, pois, de acordo com Young-In Know (2006) em “Evaluation of clonal herbs of Lamiaceae species for management of diabetes and hypertension”, o chá de alecrim contém trans-resveratrol, um exímio antioxidante, e ácido cumárico, um composto fenólico de propriedades antioxidantes e antimicrobianas. Fato é que estes dois componentes agem inibindo a enzima conversora de angiotensina (ECA), o mesmo mecanismo de ação de fármacos empregados no controle da pressão arterial, como o captopril. A ECA é um componente central do sistema renina-angiotensina que controla a pressão sanguínea por meio de dois sistemas: 1) volume de fluidos no corpo e 2) não produção de angiotensina II. Ou seja, ao inibir a ECA, tem-se uma certa diminuição no volume dos fluidos extracelulares e, também, o bloqueio da conversão da angiotensina I em angiotensina II, um poderoso vasoconstritor. Com isso, por meio da redução da volemia e do agente vasoconstritor circulante citado (angiotensina II), a pressão arterial é reduzida. Logo, o chá de alecrim, de fato, pode ser utilizado por hipertensos. No entanto, tanto o trans-resveratrol quanto o ácido cumárico não são encontrados no óleo essencial de alecrim, pois, durante o processo de extração do óleo por arraste de vapor, ambos não são volatilizados no arraste em razão de suas massas. Eles são muito pesados. E agora? Embora Jean Valnet em seu clássico “Aromathérapie” de 1964 tenha citado o óleo essencial de alecrim como um agente hipotensor, ao lado, por exemplo, do hissopo e sálvia dalmaciana, será que ele de fato o é?

Considerando apenas o quimiotipo 1,8-cineol (eucaliptol), tem-se, na literatura, muitos artigos publicados correlacionando o óleo essencial de alecrim com o aumento e/ou a diminuição da pressão arterial. Alguns sugerem que o óleo é hipotensor, portanto em conformidade com Valnet, e outros, hipertensor. Na sequência, alguns exemplos: Hipotensor -> conforme Xavier da Silva (2012) em “Avaliação do efeito anti-hipertensivo e vasorrelaxante do óleo essencial de rosmarinus officinalis”, a administração venosa do óleo essencial de alecrim promoveu a diminuição da pressão arterial média de ratos com hipertensão induzida por NG-nitro-L-arginine methyl ester. Concluiu-se, portanto, que este óleo possui um efeito hipotensor seguido de uma bradicardia. Hipertensor -> de acordo com Hongratanaworakit (2009) em “Simultaneous Aromatherapy Massage with Rosemary Oil on Humans”, observou-se um aumento significativo da pressão arterial em humanos que receberam massagens no abdômen inferior com uma solução diluída a 20% de óleo essencial de alecrim em óleo de amêndoas por 5 minutos. Já Atsumi e Tonosaki (2007) em “Smelling lavender and rosemary increases free radical scavenging activity and decreases cortisol level in saliva” afirmam que o óleo de alecrim, quando inalado, embora reduza os níveis de cortisol e proteja o corpo do estresse oxidativo, ocasiona um aumento dos batimentos cardíacos – o que é sugestivo de um efeito hipertensor. Dado o exposto, observa-se um conflito de ideias entre o próprio meio científico, o que gera dúvidas sobre o uso seguro deste óleo por hipertensos. Há, também, quem diz: “o 1,8-cineol isolado é comprovadamente hipotensor”. Sim, isto é correto, todavia, o óleo, na sua plenitude, é composto por uma série de outros elementos que, de forma sinérgica, atuam no organismo. Não é porque o 1,8-cineol diminui a pressão arterial que o óleo é hipotensor. Então, o que fazer? Por precaução, a orientação mais sensata, por uma questão de responsabilidade com o próximo, é a de evitar a utilização do óleo essencial de alecrim por indivíduos hipertensos ou, se usá-lo, fazê-lo em associação com outros óleos hipotensores, como o de lavanda.

Extração de Óleos Essenciais por CO2 Supercrítico

A obtenção de óleos essenciais por fluídos supercríticos é uma técnica moderna, cara e ainda pouco difundida no Brasil capaz de extrair das plantas produtos de altíssima qualidade, cuja composição se assemelha a fração total dos compostos naturalmente encontrados nos próprios vegetais. Neste caso, o fluído supercrítico mais empregado é o CO2, o dióxido de carbono, pois ele é barato, inerte, não inflamável, não tóxico e é completamente removido do produto final com facilidade, o qual acaba sendo chamado de “super” solvente. Os óleos essenciais extraídos por este método podem ser classificados como CO2-TO e CO2-SE.

• CO2-TO: além da fração volátil, produtos “TO” podem conter outros compostos que são naturalmente encontrados na planta em questão, tais como ceras, ácidos graxos, pigmentos dentre outros.
• CO2-SE: produtos “SE” contêm apenas compostos de interesse selecionados.

Aromaterapia

O uso dos óleos essenciais para fins medicinais é conhecido desde a remota antiguidade. Há registros pictóricos de seis mil anos atrás, entre os egípcios, de práticas religiosas associadas à cura de males através destes óleos. De acordo com Tisserand e Young (2014) em “Essential Oils Safety”, os óleos essenciais estão no domínio público por mais de 100 anos e atualmente cerca de 400 óleos são empregados na fabricação de cosméticos, produtos farmacêuticos, alimentos, bebidas, materiais de limpeza e na indústria dos perfumes. Destes, cerca de 100 óleos essenciais são regularmente empregados na aromaterapia contemporânea. A aromaterapia, conforme Jane Buckle (2014) em “Clinical Aromatherapy”, é uma terapia multifacetada que visa proporcionar bem-estar e/ou a cura de enfermidades por meio da utilização dos óleos essenciais.

A palavra “aromaterapia” foi criada por René-Maurice Gattefossé, um engenheiro químico formado pela Universidade de Lyon e um dos primeiros estudiosos das propriedades terapêuticas dos óleos essenciais. Ela apareceu pela primeira vez na edição de dezembro de 1935 na revista “L’Parfumarie Moderne”, a qual também nomeou uma coluna de artigos escritos por Gattefossé ao longo de 1936. Em seguida, o termo “aromaterapia” foi também bastante utilizado por Marguerite Maury (1961), uma enfermeira, e por Jean Valnet (1976), um médico, que contribuíram imensamente para o avanço (e popularidade) da aromaterapia clínica, demonstrando a sua eficácia no tratamento de várias moléstias. De lá para cá, a aromaterapia se encorpou e ganhou respaldo técnico-científico. Atualmente, ela é bastante popular na Europa, em especial na França e Inglaterra, e vem ganhando cada vez mais adeptos em todas as partes do mundo.

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Informação adicional

Peso 300 g
Dimensões 10 × 10 × 10 cm
Conteúdo

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