Óleo Essencial de Cedro – Vermelho (Virgínia) QUINARÍ
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Óleo Essencial de Cedro – Vermelho (Virgínia) QUINARÍ

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Na aromaterapia, o óleo essencial de cedro – vermelho (Virgínia) QUINARÍ é indicado como antisséptico, expectorante e adstringente. Atua também como repelente de insetos, sedativo e auxilia no tratamento de dores musculares.

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REF: 699 Categoria
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Nome do Produto: Óleo essencial de cedro – vermelho (Virgínia) QUINARÍ
Nome em Inglês: Cedarwood essential oil
Nome Científico: Juniperus virginiana
Número de Registro na ANVISA: 25351.436355/2017-03
Código de Barras: 789845269 464 8
Origem: Estados Unidos
Método de extração: Arraste de vapor da madeira
Descrição: Líquido incolor a amarelo palha, de odor amadeirado
Aromaterapia: Óleo antisséptico, expectorante e adstringente. Atua também como repelente de insetos, sedativo e auxilia no tratamento de dores musculares.
Principais componentes: Cedrol
100% Puro Não Testado em Animais

 

Óleo Essencial de Cedro

O óleo essencial de cedro vermelho, ou apenas de cedro, é um líquido viscoso amarelado ou ligeiramente âmbar obtido preferencialmente a partir da destilação a vapor das folhas, galhos e troncos (madeira) de Juniperus virginiana. Muitas vezes sólido ou semi-sólido à temperatura ambiente, ele apresenta um agradável e suave odor de madeira seca, sendo considerado, por muitos perfumistas, mais fino que muitos óleos do gênero Cedrus. Seu rendimento gira em torno de 2% sobre a biomassa e, dentre os seus principais constituintes, destacam-se o cedrol, cujo teor médio é de 15%, e o cedreno, que chega a 25%. Hoje, os maiores produtores deste óleo são os Estados Unidos, Canadá e Japão, que, além de extraí-lo, ainda o redestilam com o objetivo de isolar seus componentes.

Na aromaterapia, o óleo essencial de cedro sempre foi considerado sedativo e relaxante, mas até há pouco tempo, ainda não existiam evidências científicas que pudessem comprovar essas atividades. No entanto, uma pesquisa envolvendo o cedrol demonstrou que este elemento é capaz de agir nas terminações nervosas responsáveis por monitorar a pressão sanguínea, os barorreceptores, diminuindo a pressão (sistólica e diastólica) e a frequência cardíaca. Já em outro estudo, voluntários com infecção no trato urinário obtiveram ótimos resultados após o uso deste óleo, confirmando, também, seu potencial antisséptico. Além disso, há vários relatos deste óleo como adstringente, portanto útil contra a acne, expectorante, mucolítico e, ainda, repelente de insetos. Na indústria, o óleo essencial de cedro é bastante utilizado na fabricação de perfumes. Neste caso, ele atua, na verdade, como ponto de partida para várias matérias-primas sintéticas amadeiradas que, na sequência, são empregadas na perfumaria de luxo.

Aromaterapia

O uso dos óleos essenciais para fins medicinais é conhecido desde a remota antiguidade. Há registros pictóricos de seis mil anos atrás, entre os egípcios, de práticas religiosas associadas à cura de males através destes óleos. De acordo com Tisserand e Young (2014) em “Essential Oils Safety”, os óleos essenciais estão no domínio público por mais de 100 anos e atualmente cerca de 400 óleos são empregados na fabricação de cosméticos, produtos farmacêuticos, alimentos, bebidas, materiais de limpeza e na indústria dos perfumes. Destes, cerca de 100 óleos essenciais são regularmente empregados na aromaterapia contemporânea. A aromaterapia, conforme Jane Buckle (2014) em “Clinical Aromatherapy”, é uma terapia multifacetada que visa proporcionar bem-estar e/ou a cura de enfermidades por meio da utilização dos óleos essenciais.

A palavra “aromaterapia” foi criada por René-Maurice Gattefossé, um engenheiro químico formado pela Universidade de Lyon e um dos primeiros estudiosos das propriedades terapêuticas dos óleos essenciais. Ela apareceu pela primeira vez na edição de dezembro de 1935 na revista “L’Parfumarie Moderne”, a qual também nomeou uma coluna de artigos escritos por Gattefossé ao longo de 1936. Em seguida, o termo “aromaterapia” foi também bastante utilizado por Marguerite Maury (1961), uma enfermeira, e por Jean Valnet (1976), um médico, que contribuíram imensamente para o avanço (e popularidade) da aromaterapia clínica, demonstrando a sua eficácia no tratamento de várias moléstias. De lá para cá, a aromaterapia se encorpou e ganhou respaldo técnico-científico. Atualmente, ela é bastante popular na Europa, em especial na França e Inglaterra, e vem ganhando cada vez mais adeptos em todas as partes do mundo.

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Informação Adicional

Peso 300 g
Dimensões 10 x 10 x 10 cm
Conteúdo

100ML, 10ML