Óleo Essencial de Mandarina Verde QUINARÍ
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Óleo Essencial de Mandarina Verde QUINARÍ

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Na aromaterapia, o óleo essencial de mandarina verde QUINARÍ apresenta efeito calmante e encorajador. Na estética, auxilia nos tratamentos para celulites, estrias, obesidade e retenção hídrica.

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Nome do Produto: Óleo essencial de mandarina verde QUINARÍ
Nome em Inglês: Green mandarin oil
Nome Científico: Citrus nobilis
Número de Registro na ANVISA: 25351.228226/2019-32
Código de Barras: 789845269 523 2
Origem: Brasil
Método de extração: Prensagem a frio das cascas dos frutos
Descrição: Líquido esverdeado de odor cítrico característico
Aromaterapia: Apresenta efeito calmante e encorajador. Na estética, auxilia nos tratamentos para celulites, estrias, obesidade e retenção hídrica.
Principais componentes: Limoneno
100% Puro Não Testado em Animais

 

Óleo Essencial de Mandarina Verde

As árvores de mandarina, geralmente, são menores do que as laranjeiras e seus frutos caracterizam-se por seus frutos segmentados em gomos, facilmente descascáveis e saborosos. Quando maduros adquirem coloração laranja intenso. O óleo essencial de mandarina verde é um regulador dos processos metabólicos e benéfico para situações de depressão e de ansiedade. Apresenta efeito calmante e encorajador. Na estética, auxilia nos tratamentos para celulites, estrias, obesidade e retenção hídrica. Inclusive, previne o surgimento de estrias durante a gestação e suaviza peles ásperas. Por ser fotossensível, deve-se evitar a exposição ao Sol após 6 horas do seu uso.

Aromaterapia

O uso dos óleos essenciais para fins medicinais é conhecido desde a remota antiguidade. Há registros pictóricos de seis mil anos atrás, entre os egípcios, de práticas religiosas associadas à cura de males através destes óleos. De acordo com Tisserand e Young (2014) em “Essential Oils Safety”, os óleos essenciais estão no domínio público por mais de 100 anos e atualmente cerca de 400 óleos são empregados na fabricação de cosméticos, produtos farmacêuticos, alimentos, bebidas, materiais de limpeza e na indústria dos perfumes. Destes, cerca de 100 óleos essenciais são regularmente empregados na aromaterapia contemporânea. A aromaterapia, conforme Jane Buckle (2014) em “Clinical Aromatherapy”, é uma terapia multifacetada que visa proporcionar bem-estar e/ou a cura de enfermidades por meio da utilização dos óleos essenciais.

A palavra “aromaterapia” foi criada por René-Maurice Gattefossé, um engenheiro químico formado pela Universidade de Lyon e um dos primeiros estudiosos das propriedades terapêuticas dos óleos essenciais. Ela apareceu pela primeira vez na edição de dezembro de 1935 na revista “L’Parfumarie Moderne”, a qual também nomeou uma coluna de artigos escritos por Gattefossé ao longo de 1936. Em seguida, o termo “aromaterapia” foi também bastante utilizado por Marguerite Maury (1961), uma enfermeira, e por Jean Valnet (1976), um médico, que contribuíram imensamente para o avanço (e popularidade) da aromaterapia clínica, demonstrando a sua eficácia no tratamento de várias moléstias. De lá para cá, a aromaterapia se encorpou e ganhou respaldo técnico-científico. Atualmente, ela é bastante popular na Europa, em especial na França e Inglaterra, e vem ganhando cada vez mais adeptos em todas as partes do mundo.

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