Óleo Essencial de Mirra QUINARÍ

Óleo Essencial de Mirra QUINARÍ

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Na aromaterapia, o óleo essencial de mirra QUINARÍ é empregado como um exímio protetor tecidual, o qual evita o envelhecimento celular e deixa a pele e unhas mais saudáveis. Por isso, é bastante indicado para peles maduras. Trata-se de um dos óleos essenciais mais raros produzidos.

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Nome do Produto: Óleo essencial de mirra QUINARÍ
Nome em Inglês: Myrrh Essential Oil
Nome Científico: Commiphora myrrha
Número de Registro na ANVISA: 25351.777614/2020-86
Código de Barras: 789845269 732 8
Origem:
Método de extração: Arraste de vapor da resina
Aromaterapia: Trata-se de um dos óleos essenciais mais raros produzidos. É empregado como um exímio protetor tecidual, o qual evita o envelhecimento celular e deixa a pele e unhas mais saudáveis. Por isso, é bastante indicado para peles maduras.
Descrição: Líquido de alta viscosidade, denso, que apresenta um aroma morno, balsâmico, terroso e levemente fumarento.
100% Puro Não Testado em Animais

 

Mirra

A mirra (Commiphora myrrha) é uma árvore repleta de espinhos originária das regiões desérticas do Oriente Médio e da África. Ela pertence à família Burseraceae e cresce de maneira selvagem em solos bem drenados e com muita exposição ao Sol, a qual pode atingir até 5 metros de altura. Seu nome, na tradição local, significa “lágrimas amargas” em referência a seiva de aroma doce peculiar que dela escorre. Após a secagem, esta seiva se enrijece, transformando-se em grânulos amarelados que, desde a antiguidade, são utilizados pelo homem nas mais variadas práticas. Os egípcios, por exemplo, usavam a seiva de mirra em cultos ao deus Sol e também como um ingrediente na mumificação, dada as suas propriedades antissépticas e sua capacidade de atrasar o envelhecimento dos tecidos. Já os gregos e hebreus, utilizavam-na como um ingrediente na fabricação de vinhos especiados e, por fim, há séculos tem servido como matéria-prima para a manufatura de incensos; os quais, segundo diversos povos, inspiram a oração, a meditação e o fortalecimento espiritual.

Óleo Essencial de Mirra

O óleo essencial de mirra, extraído por arraste de vapor da seiva (resina) seca, é um líquido marrom de alta viscosidade, denso, que apresenta um aroma morno, balsâmico, terroso e levemente fumarento. Na sua composição, são encontrados ± 33% de furanoeusdema-1,3-diene, ± 20% de furanodiene, ± 10% de lindestrene, ± 4% de germacrene D, ± 1,5% de t-cadinol, além de uma série de outros elementos raros, que fazem deste óleo um produto ímpar e exuberante. Trata-se, inclusive, de um dos óleos essenciais mais raros produzidos. Na aromaterapia, o óleo essencial de mirra é empregado como um exímio protetor tecidual, o qual evita o envelhecimento celular e deixa a pele e unhas mais saudáveis. Por isso, é bastante indicado para peles maduras. Afirma-se, também, que ele protege o organismo de doenças como bronquite, resfriados, inflamações na garganta, faringite, acúmulo de catarro e doenças pulmonares em geral. Já no emocional, age como um purificador, o qual é capaz de proporcionar força, paz interior e otimismo. Por fim, em situações de traumas ou perdas, ainda colabora para a “cicatrização” da ferida, atenuando a dor e a tristeza.

Abaixo as principais propriedades terapêuticas e indicações do óleo essencial de mirra:
– Bactericida, antiviral, parasiticida (ácaros) e fungicida;
– Anti-inflamatório;
– Regenerador da pele;
– Ideal para peles secas, maduras e de difícil cicatrização;
– De forma suave, atua em distúrbios como bronquites crônicas obstrutivas, sem irritar a mucosa;
– Bons resultados contra laringite, tosse, gengivite e aftas bucais;
– Hormon-like das funções da tireoide – hipotireoidismo.

PS: o óleo essencial de mirra é rico em moléculas mais densas e, por este motivo, é naturalmente mais viscoso. Em temperaturas mais baixas, pode ficar ainda mais denso e com dificuldade de sair do frasco pelo gotejador. Em alguns casos, chega a ficar com um aspecto pastoso e até cristalino. Portanto, para torna-lo menos viscoso, recomenda-se o aquecimento do frasco em banho-maria.

Aromaterapia

O uso dos óleos essenciais para fins medicinais é conhecido desde a remota antiguidade. Há registros pictóricos de seis mil anos atrás, entre os egípcios, de práticas religiosas associadas à cura de males através destes óleos. De acordo com Tisserand e Young (2014) em “Essential Oils Safety”, os óleos essenciais estão no domínio público por mais de 100 anos e atualmente cerca de 400 óleos são empregados na fabricação de cosméticos, produtos farmacêuticos, alimentos, bebidas, materiais de limpeza e na indústria dos perfumes. Destes, cerca de 100 óleos essenciais são regularmente empregados na aromaterapia contemporânea. A aromaterapia, conforme Jane Buckle (2014) em “Clinical Aromatherapy”, é uma terapia multifacetada que visa proporcionar bem-estar e/ou a cura de enfermidades por meio da utilização dos óleos essenciais.

A palavra “aromaterapia” foi criada por René-Maurice Gattefossé, um engenheiro químico formado pela Universidade de Lyon e um dos primeiros estudiosos das propriedades terapêuticas dos óleos essenciais. Ela apareceu pela primeira vez na edição de dezembro de 1935 na revista “L’Parfumarie Moderne”, a qual também nomeou uma coluna de artigos escritos por Gattefossé ao longo de 1936. Em seguida, o termo “aromaterapia” foi também bastante utilizado por Marguerite Maury (1961), uma enfermeira, e por Jean Valnet (1976), um médico, que contribuíram imensamente para o avanço (e popularidade) da aromaterapia clínica, demonstrando a sua eficácia no tratamento de várias moléstias. De lá para cá, a aromaterapia se encorpou e ganhou respaldo técnico-científico. Atualmente, ela é bastante popular na Europa, em especial na França e Inglaterra, e vem ganhando cada vez mais adeptos em todas as partes do mundo.

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