Óleo Essencial de Vetiver QUINARÍ
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Óleo Essencial de Vetiver QUINARÍ

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Na aromaterapia, o óleo essencial de vetiver QUINARÍ é considerado um tônico circulatório, imunoestimulante, antiespasmódico e sedativo. Também atua como repelente de insetos.

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Nome do Produto: Óleo essencial de vetiver QUINARÍ
Nome em Inglês: Vetiver essential oil
Nome Científico: Vetiveria zizanioides
Número de Registro na ANVISA: 25351.436353/2017-53
Código de Barras: 789845269 460 0
Origem: Haiti
Método de extração: Arraste de vapor das raízes
Descrição: Líquido viscoso, marrom, com odor amadeirado
Aromaterapia: Óleo tônico circulatório, imunoestimulante, antiespasmódico e sedativo. Também atua como repelente de insetos.
Principais componentes: Khusimol e vetiverol
100% Puro Não Testado em Animais

Vetiver

O vetiver (Vetiveria zizanioides), atualmente classificado como Chrysopogon zizanioides, é uma planta herbácea, perene, cespitosa (em moita) que pode atingir até 2 metros de altura. Para a produção de óleos essenciais, são plantadas, preferencialmente, em solos arenosos. Afinal, como a parte de interesse são as raízes (as folhas não são aromáticas), é neste tipo de solo que ocorre o melhor desenvolvimento do sistema radicular, proporcionando maior rendimento de biomassa e facilidade de colheita (das raízes). Próximo de outras ervas aromáticas, como palmarosa e capim-limão, o vetiver é originário da Índia, sendo bastante cultivado no Haiti, Índia, Polinésia, Filipinas e Java. Foi, e continua sendo, muito utilizado para aromatizar os tapetes de seda e de lã tecidos a mão na Pérsia e na Turquia. Aliás, na Europa, costuma-se recusar os tapetes mais baratos que não possuem o “cheiro autêntico” proveniente desta planta.

Óleo Essencial de Vetiver

O óleo essencial de vetiver é extraído por destilação a vapor de suas raízes e se apresenta como um líquido viscoso, amarelo e com um profundo odor amadeirado (na verdade, uma mistura de terra, madeira e citrinos). Seu rendimento fica entre 1,5 e 2%, mas pode chegar a 3% em ótimas condições de cultivo e armazenagem de suas raízes. Na sua composição, são encontrados mais de 100 elementos, na maioria sesquiterpenos, dentre os quais se destacam o beta-vetivenene, o beta-vetivona, o khusimol, a alfa-vetivona, o vetiverol, o isovalencenol e o ácido zizanóico. Neste caso, a alfa-vetivona e beta-vetivona, assim como os outros compostos carbonílicos, influenciam individualmente e coletivamente nas suas características odoríferas. Já o vetiverol, porção alcoólica deste óleo, determina a sua qualidade. Quando de boa procedência, trata-se de um óleo com mercado garantido, sendo muito utilizado na indústria de perfumaria como “fixador“, afinal, sua fragrância bem como característica química se enquadram perfeitamente nos padrões dos elementos que devem compor as “notas de fundo” de um perfume. Na aromaterapia, tem fama de sensual e exótico, uma vez que na Índia era empregado como óleo de consagração em práticas sexuais tântricas. Mas também é repelente de insetos e pode auxiliar no tratamento contra a artrite, reumatismo, nevralgias e insônia.

Aromaterapia

O uso dos óleos essenciais para fins medicinais é conhecido desde a remota antiguidade. Há registros pictóricos de seis mil anos atrás, entre os egípcios, de práticas religiosas associadas à cura de males através destes óleos. De acordo com Tisserand e Young (2014) em “Essential Oils Safety”, os óleos essenciais estão no domínio público por mais de 100 anos e atualmente cerca de 400 óleos são empregados na fabricação de cosméticos, produtos farmacêuticos, alimentos, bebidas, materiais de limpeza e na indústria dos perfumes. Destes, cerca de 100 óleos essenciais são regularmente empregados na aromaterapia contemporânea. A aromaterapia, conforme Jane Buckle (2014) em “Clinical Aromatherapy”, é uma terapia multifacetada que visa proporcionar bem-estar e/ou a cura de enfermidades por meio da utilização dos óleos essenciais.

A palavra “aromaterapia” foi criada por René-Maurice Gattefossé, um engenheiro químico formado pela Universidade de Lyon e um dos primeiros estudiosos das propriedades terapêuticas dos óleos essenciais. Ela apareceu pela primeira vez na edição de dezembro de 1935 na revista “L’Parfumarie Moderne”, a qual também nomeou uma coluna de artigos escritos por Gattefossé ao longo de 1936. Em seguida, o termo “aromaterapia” foi também bastante utilizado por Marguerite Maury (1961), uma enfermeira, e por Jean Valnet (1976), um médico, que contribuíram imensamente para o avanço (e popularidade) da aromaterapia clínica, demonstrando a sua eficácia no tratamento de várias moléstias. De lá para cá, a aromaterapia se encorpou e ganhou respaldo técnico-científico. Atualmente, ela é bastante popular na Europa, em especial na França e Inglaterra, e vem ganhando cada vez mais adeptos em todas as partes do mundo.

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Informação Adicional

Peso 1 g
Dimensões 16 x 11 x 2 cm
Conteúdo

100ML, 10ML